segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

05 receitas práticas de panqueca de frango para fazer hoje mesmo

A panqueca é uma comida bem conhecida, que a agrada a maioria das pessoas, especialmente devido à sua versatilidade… Afinal, basta fazer/ter a massa e, depois, usar a criatividade na hora de colocar os recheios e os molhos!
Entre os recheios mais populares, ao lado da panqueca de carne, sem dúvidas está o frango – que pode vir sozinho ou acompanhado de muitos outros ingredientes, como requeijão, queijos, azeitona, tomate e tudo mais o que a criatividade permitir!
A panqueca de frango é um prato perfeito para um almoço em família no fim de semana, por exemplo, ou até mesmo para um jantarzinho rápido durante a semana, especialmente quando já se tem a massa pronta em casa.
Isso tudo sem falar que, dependendo dos ingredientes utilizados, a panqueca de frango pode ser feita de forma mais leve e saudável, sendo boa pedida, inclusive, para os praticantes de atividades físicas.
Inspire-se com as receitas abaixo e faça a sua panqueca de frango preferida hoje mesmo!
1. Panqueca de frango simples: uma ideia de reaproveitamento das sobras da refeição anterior, neste caso, a sobra do frango assado. Mas você pode também usar, em outras situações, a sobra da carne moída ou mesmo uma fatia de queijo e outra de presunto para rechear sua panqueca!
2. Panqueca de frango prática: muito prática para uma refeição rápida e fácil. Para fazer sempre que der vontade de uma comidinha saborosa, mas simples! Você pode ainda sempre renovar a receita trocando o recheio. A massa é bem versátil!
3. Panqueca de frango com requeijão: frango e requeijão é uma combinação que dá mais do que certo, né? O resultado é uma panqueca fácil de fazer, cremosa e cheia de sabor!
4. Panqueca de frango, presunto e molho branco: panquecas recheadas com frango e presunto em um molho branco sedoso! Parece ótimo, né? O melhor de tudo é que você pode utilizar sobras de frango já cozido e aquele presunto que está no fim, parado na sua geladeira!
5. Panqueca de frango, milho, cenoura e pimenta: o recheio é feito com cebola, frango, tomates, cenoura, milho, molho de tomate, orégano, pimenta e sal. O resultado é uma panqueca colorida, bonita e cheia de sabor!

Água com limão: 10 benefícios se você tomar diariamente

O limão é uma fruta bastante comum no Brasil, estando disponível em variedades como limão-taiti, limão-rosa, limão-galego e limão-siciliano, entre outras.
Muito utilizado na culinária para dar aroma e sabor aos pratos, o limão tem propriedades muito interessantes para a nossa saúde.
O consumo da água com limão diariamente pode trazer uma série de benefícios para o nosso organismo, incluindo a perda de peso, o combate ao envelhecimento e a prevenção do câncer e de doenças cardíacas.
Para preparar, basta espremer o suco de meio limão em um copo de água morna (sem ferver). Beba logo que acordar, em jejum, diariamente. Conheça os benefícios da água com limão:
1. Fortalece a imunidade
O limão é rico em vitamina C, fósforo, tiamina, riboflavina, silício, cálcio e ferro, que fortalecem o sistema imunológico.
A prevenção a gripes e resfriados, conferida principalmente pela vitamina C, é reforçada pela presença das saponinas, que também exercem esse efeito.

2. Combate o envelhecimento precoce

O limão é rico em flavonoides, a mesma substância encontrada no vinho, que tem poder antioxidante, combatendo os radicais livres que promovem o envelhecimento celular. Além disso, os flavonoides também atuam na prevenção do câncer.

3. Regula o pH do organismo

Apesar de ser uma fruta bastante ácida, dentro do nosso organismo o limão tem um efeito alcalinizante.
Os ácidos dessa fruta, tanto o cítrico quanto o ascórbico, são metabolizados com facilidade, permitindo que os minerais presentes na água com limão atuem de forma a alcalinizar o sangue.
Como consequência, a água com limão ajuda a eliminar a acidez do corpo e a combater o acúmulo de ácido úrico nas articulações.

4. Elimina as toxinas

Por ter efeito diurético, o limão acelera a eliminação das toxinas do corpo, ajudando a manter o bom funcionamento do organismo e, principalmente, do trato urinário.
Além disso, o ácido cítrico estimula o funcionamento das enzinam que atuam no fígado e promovem a desintoxicação.

5. Deixa o hálito refrescante

A água com limão contribui para que o hálito se mantenha sempre fresco, além de aliviar a inflamação nas gengivas e as dores de dente.
Só tome cuidado para não escovar os dentes logo depois de consumir o limão, pois o ácido cítrico pode corroer o esmalte dentário.

6. Contribui para o emagrecimento

Por ser rico em pectina, uma fibra que dá a sensação de saciedade, reduzindo os ímpetos de comer, o limão auxilia no processo de emagrecimento.

7. Melhora o funcionamento do sistema linfático

A água com limão contribui para o bom funcionamento do sistema linfático ao promover a hidratação e a reposição dos líquidos que circulam pelo organismo.
Como resultado, você se livra de sinais da desidratação como cansaço, prisão de ventre, alterações na pressão arterial e estresse, entre outros.

8. Auxilia na cicatrização

A vitamina C presente no limão é um elemento essencial no processo de cicatrização de feridas, além de ser importante para a manutenção do tecido ósseo, conjuntivo e cartilaginoso.

9. Melhora a digestão

O suco do limão tem uma composição similar à da saliva e à do ácido clorídrico, presente nos sucos digestivos do nosso estômago. Assim, essa fruta é capaz de estimular a produção de bile pelo fígado, ajudando a digestão.
Os minerais e as vitaminas do limão auxiliam na eliminação das toxinas do sistema digestivo. Por fim, a fruta ainda alivia dores, eructações (arrotos) e inchaço abdominal devido ao acúmulo de gases.

10. Previne doenças cardíacas

O limão é uma fonte de potássio, um mineral que ajuda a manter níveis saudáveis da pressão arterial e tem efeito calmante, sendo também utilizado em quadros de estresse e depressão.
Os efeitos antioxidantes do limão também combatem o acúmulo do colesterol nas paredes das artérias, evitando o desenvolvimento da aterosclerose.
Por si só, o limão não pode fazer milagres, mas, aliado a uma dieta saudável e à prática de atividades físicas, essa fruta tem propriedades muito benéficas para o nosso organismo. Aproveite!

Como usar o coentro em nome da saúde

coentro
Origem: a primeira notícia que se tem sobre o coentro é a de que ele fazia parte dos compostos usados nos embalsamamentos no antigo Egito. Por isso, acredita-se que seja originário da região.
A verdade, no entanto, é que o tempero se tornou habitual em diversas culinárias, como portuguesa, mexicana, brasileira, andina, indiana, chinesa. Ele costuma ser amado ou odiado por causa de seu sabor característico e forte.
Forma de uso: pode-se aproveitar as folhas, o talo e as sementes, que têm muitos óleos essenciais.
Agora, as folhas e o talo devem ser usados frescos, porque perdem o aroma quando secos. Já as sementes podem ser aproveitadas secas ou em pó, inclusive na composição de especiarias orientais, como o curry.
Com o que combina: refrescante, doce e picante, o coentro é empregado para dar o toque final em pratos com pescados, aves, arroz e também em massas, molhos e saladas. Seus talos aromatizam ensopados com legumes e feijões.
As sementes, por sua vez, têm um sabor adocicado, picante e intenso, que vai muito bem ao lado de carnes, linguiças, salsichas, saladas e picles, por exemplo.

4 motivos para beber café

Ele já teve má fama aos olhos da nutrição mas deu a volta por cima. De estudo em estudo, a bebida preferida dos brasileiros mostra que tem, sim, um valor na dieta. Confira alguns de seus efeitos:

1- Dá pique extra para malhar
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Um dos elementos mais polêmicos de sua fórmula é a cafeína. Ela costuma gerar desconfiança principalmente por causa do poder estimulante, capaz de acelerar as batidas do coração. Isso não seria bacana especialmente para quem já convive com uma doença cardíaca. Porém, contudo, todavia…

Pesquisas apontam que, em doses moderadas, ela não causa transtornos. Na verdade, traria benefícios, como aumento da tolerância para a realização de exercícios. Agora, tem um detalhe: o café abriga cafestol e cafeol, substâncias capazes de fazer o colesterol no sangue subir. Por isso, para o peito não ficar na corda bamba, a bebida tem que ser preparada com filtro de papel ou coador de pano. É que eles ajudam a reter essa dupla.

2- Reduz fadiga e aumenta a concentração
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O papo sobre cafeína ainda não acabou, não. Um efeito célebre da substância ocorre lá na cabeça. Ela estimula os neurônios, ora. Isso porque leva a um maior consumo de energia pela massa cinzenta, causando uma elevação no fluxo sanguíneo na região. Essa cascata de eventos culmina na redução da fadiga e no aumento da capacidade de concentração e da memória. Não à toa, ficamos mais preparados para começar o dia depois de uma xícara de café.
3- Protegeria até contra o câncer
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O café não é feito apenas de cafeína – para ter ideia, ela corresponde a 2,5% da sua composição. O líquido agrega mais substâncias prestigiadas, das quais se destacam os ácidos clorogênicos, representantes do pelotão antioxidante. Por causa desse combo do bem, investir no cafezinho representa, como relatam estudos, proteção frente a diversos tipos de câncer. Uma das explicações para isso tem a ver com o fato de ele blindar as células contra estragos.
Mas, de novo, não pode exagerar. Estima-se que o ideal é tomar, no máximo, cinco xícaras ou copinhos de 50 mililitros por dia. Existem indícios, aliás, de que extravasar na dose poderia elevar o risco de certos tumores em pessoas propensas. Algumas medidas podem ajudar nesse sentido: priorize o café coado (ou filtrado), que retém moléculas potencialmente nocivas, evite tomar a bebida pelando (melhor esperar uns minutinhos para esfriar e não agredir as células da boca e da garganta) e procure não ingeri-la de um dia para o outro.
4- Ajuda no controle do diabete do tipo 2
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É que os benditos ácidos clorogênicos do pretinho são relacionados a uma absorção mais gradual da glicose. Com isso, a produção e liberação da insulina ocorrem de maneira harmoniosa, o que é ótimo para quem tem diabete. Mas não adianta nada aguardar essa benesse se lotar a bebida de açúcar, né? Se o seu paladar é daqueles que exigem um gostinho mais doce, a dica é colocar a menor quantidade de açúcar possível, mel ou adoçantes dietéticos.
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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Por que você deveria oferecer doces para criança apenas depois dos 2 anos


iStock
A recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) é clara: doces são considerados calorias vazias e seu consumo não tem indicação em nenhuma faixa etária. “Mas, se houvesse a necessidade de oferta, seria somente depois dos dois anos”, diz Elza de Mello, do Departamento Científico de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).
Então, como controlar a criançada que vê os amigos comendo uma barra de chocolate e o desejo dos avós de fazerem os netos felizes? Como abrir exceções sem perder o controle? Qual tipo de doce oferecer? Abaixo, três pediatras respondem seis dúvidas frequentes relacionadas ao tema.

Consultoria: Elza de Mello, do Departamento Científico de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Werther de Carvalho, pediatra do Hospital Santa Catarina, em São Paulo e Jomara de Araújo, pediatra e médica nutróloga da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN).
  • Por que o consumo é indicado somente depois dos dois anos?

    Por diversos motivos, como não promover alteração da flora oral e, consequentemente, criar risco de surgimento de cáries e não desencadear processo de obesidade ou desenvolvimento de diabetes. Também vale citar que comer doces tão cedo (e até mesmo depois dos dois anos) vicia e empobrece o paladar. É nesta fase que a criança está desenvolvendo o paladar, portanto elas podem ficar mais tolerantes aos doces, querendo cada vez mais porções maiores, para satisfazê-las. Não raro, crianças passam a recusar alimentos salgados e só aceitam os mais adocicados, como mandioquinha e batatas, ou receitas adoçadas, como feijão cozido com batata-doce e arroz com uva-passa.
  • Existe algum tipo de açúcar bem-vindo na rotina alimentar?

    Sim, o que é natural dos alimentos, como o presente em frutas e legumes. A indicação é oferecer diversos tipos de frutas. Mesmo que a criança não queira no início, não desista de dar. Não é recomendável forçar, pois ela tem que entender que o alimento é comum.
  • Como liberar o consumo sem prejudicar a saúde?

    A alimentação é um momento de inserção na vida social e as crianças não podem ser privadas disso. Sendo assim, não há nada de errado liberar um pouco de doce em festas. No dia a dia, o segredo, segundo os especialistas consultados, é não ter esse alimento em casa. O ideal é que doces sejam liberados em quantidades pequenas e ocasionalmente, em eventos festivos, como aniversários e Natal.
  • Como negociar a quantidade com as crianças?

    A determinação dos pais deve prevalecer e, desde cedo, é importante ensinar as crianças a comer doses pequenas e escolher o que comer --dois brigadeiros ou um copo de refrigerante? Também é um equívoco achar que a criança que nunca come doces na rotina pode se esbaldar em uma festa de aniversário. Além do excesso fazer mal, a criança pode passar a se comportar assim em todas outras datas comemorativas e a exceção acaba virando regra.
  • Faz sentido usar doce para chantagear?

    Jamais diga para os pequenos que, se comerem espinafre, vão ganhar sobremesa. Os pais nunca devem fazer chantagem para que o filho coma. Quando se faz isso, a ideia que se forma para a criança é que o alimento o alimento saudável é ruim e para ingerí-lo é preciso comer algo considerado saboroso depois.
  • Doce em excesso deixa as crianças mais agitadas?

    Pode acontecer que o excesso de açúcar seja rapidamente absorvido e cause apenas certa excitabilidade. No entanto, é mais visto que, com a ingestão constante de açúcar simples, aconteçam picos repentinos e frequentes da quantidade de glicose no sangue que, por sua vez, determinam picos de insulina. Com isso, podem ocorrer quadros de irritabilidade, alterações de humor e cansaço.

Busca pela foto perfeita é sinal de doença e até já tem nome: selficídio

Arquivo Pessoal
Com o avanço da tecnologia e a popularidade dos celulares com câmera, o hábito de tirar selfies (fotos de si mesmo) e postar em redes sociais virou uma febre. Mas não é todo mundo que lida bem com a própria imagem. Quem sofre de selficídio costuma perder horas tentando chegar à imagem perfeita, o que gera ansiedade e frustração.

A publicitária Solange Cassanelli, 34, de Florianópolis (SC), começou a sentir na pele este sintoma muito cedo. “Quando tinha sete anos, comecei a fazer terapia, pois sempre me achei feia. Eu não gostava de tirar fotos, tenho algumas, com a família, em que apareço chorando. Quando cresci, surgiram as máquinas digitais eu tirava mais de cem, usando bastante maquiagem, para escolher apenas uma. Depois ainda editava para tentar diminuir as imperfeições”, conta.

Solange demorou a entender a causa de seu sofrimento. “Eu tinha 27 anos quando descobri pela internet. Ao ler sobre o transtorno dismórfico corporal, senti que parecia um relato sobre a minha vida. Na hora, já me identifiquei. Levei o diagnóstico para a psicoterapeuta, que confirmou e me encaminhou a um psiquiatra”, diz.

Para que a terapeuta entendesse melhor como ela se via, Solange editou uma foto sua, inserindo as imperfeições que enxergava em si mesma. “Minha psicóloga imaginava como eu me via, mas eu achava que ela não entendia o grau disso.”

Além da psicoterapia, Solange precisou fazer uso de antidepressivos. “Eu não sabia que tinha depressão. Achava que todas as pessoas tinham problemas na vida e era normal sofrer. Não conseguia dormir e chorava todas as noites.”

Durante o tratamento, ela criou o blog Diário de uma Dismorfia para auxiliar outras pessoas que sofrem do transtorno a compreender e superar a condição.

Seu quadro hoje está controlado. “Em 2011, percebi que eu não tinha mais nenhum sintoma e até hoje considero algo superado na minha vida.”

Defeitos que não existem

Segundo a psiquiatra Maura Kale, que faz parte da rede Doctoralia, plataforma digital que conecta profissionais de saúde e pacientes, o termo é um neologismo para relatar um sintoma do TDC (transtorno dismórfico corporal), doença mental caracterizada por uma insatisfação com a própria imagem. “Normalmente, há uma distorção na maneira como a pessoa se vê. Ela enxerga defeitos onde não existem e não consegue achar a foto boa. Então, tira muitas, apaga e depois tira outras, sem se contentar, pois tem padrões inatingíveis de exigência.”
Ter vício de fazer selfies, como a socialite Kim Kardashian, não caracteriza, necessariamente, o selficídio. "O transtorno está presente se houver prejuízo à vida da pessoa e consequente sofrimento", diz. 

Ponta do iceberg

O selficídio, explica a médica, precisa ser investigado, pois, em geral, revela outros problemas sérios. “Além do TDC, é comum que a pessoa também tenha TOC (transtorno obsessivo-compulsivo), pois tem uma obsessão com sua imagem. Pode apresentar, ainda, transtorno narcisista, ansiedade, depressão, anorexia e até mesmo ideia de suicídio.” 

Além da enorme perda de tempo em função das fotos, o selficida tem baixa autoestima, dificuldades de relacionamentos e constante busca por aceitação. “O mecanismo de postar fotos de si mesmo é uma espécie de autopromoção. A pessoa procura conseguir as curtidas em uma tentativa de obter o respaldo dos outros. Mas, primeiro, usa aplicativos e programas de edição para deixar a foto perfeita”, explica Maura.

Selficidas também são frágeis emocionalmente, bastante vulneráveis a críticas e frequentemente insatisfeitos. Complexo, o quadro precisa ser tratado com psicoterapia e, em muitos casos, com medicação. 

Manifestação precoce

Apesar de atingir muitos adultos --de ambos os sexos-- o transtorno dismórfico corporal costuma se manifestar ainda na infância. “A maior incidência, segundo pesquisas, é na faixa que vai dos dez aos 15 anos. Quando investigados, os casos quase sempre revelam a existência de abuso, relacionamentos difíceis com os pais e bullying”, diz Maura.

A especialista considera que os pacientes que sofrem do transtorno costumam se espelhar em modelos de beleza sustentados pela indústria da moda, publicidade e pelas revistas de beleza. “São parâmetros irreais e que, por comparação, geram muito sofrimento.”

Eu cuido de ti


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